Publicado por: camylanogueiracardoso em: setembro 25, 2009
Tenho que confessar: perdi as contas. Foi assim… Achei que estava de 27 semanas, quando o dr. Augusto me disse que eram 31. Depois dessa consulta, nem me preocupei em contar mais as semanas. Meu sexto sentido, que já estava em sinal de alerta, ligou a sirene vermelha. Isso já faz umas duas semanas, o que quer dizer que a Isabella chega logo.
Durante esses dias que passaram, comprei o restante das coisas que faltavam: colchão, cobertor, mosquiteiro, banheira, fraldas RN, etc. Minha mãe terminou uma manta linda e também passou bico nas fraldinhas de pano. O assunto da casa é só Isabella no momento. A ansiedade está me remoendo!!! Penso nela, sonho com ela, tudo ela. As roupinhas estão lavadas e a mala já vai ser preparada. Aí, é só esperar parir, o que quero mais que qualqyer coisa, rsrsr.
Definitivamente separada, percebi que a gente sofre nos primeiros meses. Precisamos de carinho, atenção, cuidado… Precisamos de um homem ao nosso lado. Isso é o ideal. Como não tive, recebi carinho de quem sempre esteve do meu lado e dos meus amigos também. Hoje em dia, homem é um assunto que não está na lista de prioridades.
Meus pais se mostram tão presentes que sinceramente, em mil vidas não consigo pagar o que fazem por mim. Painho passa a mão na barriga, beija e conversa com a Isabella. Mainha faz todas as comidas que eu quero e também sai comigo pra eu não dirigir. Hoje entendo mais porque os pais fazem isso por nós. Depois que a Isabella nascer, entenderei mais.
No oitavo mês (acho que é) alguns sintomas de grávidas aumentam. A falta de ar parece ser uma constante. Almoço e fico com falta de ar. Janto e sinto o mesmo. O jeito é comer bem pouco, pra não ficar pior. O cansaço reina absoluto!!! Cansa acordar, fazer coisas, dirigir, andar… Cansa tudo, aaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!! O sono também continua e os enjôos também. Durante umas duas semanas, passei mal com fraqueza. Só depois percebi que não estava comendo o quanto precisava. Justamente por causa dos enjôos, achava melhor ficar sem comer a passar mal. Agora, engulo mesmo e comida e rezo. Rezo pra não vomitar tudinho!!!
A verdade é que quero voltar a ser eu. Ok, impossível. Mas não é esse eu de sair sozinha e fazer o que quiser. Ser eu sem enjôos, mal-estar, sem queimação, cansaço, sono, dores nas pernas, barriga, etc. Mas só aceito seu eu com minha filha perto de mim. Porque desde que soube da sua exist~encia, não consigo mais me imaginar sozinha nesse mundo.
Tenho que confessar: perdi as contas. Foi assim… Achei que estava de 27 semanas, quando o dr. Augusto me disse que eram 31. Depois dessa consulta, nem me preocupei em contar mais as semanas. Meu sexto sentido, que já estava em sinal de alerta, ligou a sirene vermelha. Isso já faz umas duas semanas, o que quer dizer que a Isabella chega logo.
Durante esses dias que passaram, comprei o restante das coisas que faltavam: colchão, cobertor, mosquiteiro, banheira, fraldas RN, etc. Minha mãe terminou uma manta linda e também passou bico nas fraldinhas de pano. O assunto da casa é só Isabella no momento. A ansiedade está me remoendo!!! Penso nela, sonho com ela, tudo ela. As roupinhas estão lavadas e a mala já vai ser preparada. Aí, é só esperar parir, o que quero mais que qualqyer coisa, rsrsr.
Definitivamente separada, percebi que a gente sofre nos primeiros meses. Precisamos de carinho, atenção, cuidado… Precisamos de um homem ao nosso lado. Isso é o ideal. Como não tive, recebi carinho de quem sempre esteve do meu lado e dos meus amigos também. Hoje em dia, homem é um assunto que não está na lista de prioridades.
Meus pais se mostram tão presentes que sinceramente, em mil vidas não consigo pagar o que fazem por mim. Painho passa a mão na barriga, beija e conversa com a Isabella. Mainha faz todas as comidas que eu quero e também sai comigo pra eu não dirigir. Hoje entendo mais porque os pais fazem isso por nós. Depois que a Isabella nascer, entenderei mais.
No oitavo mês (acho que é) alguns sintomas de grávidas aumentam. A falta de ar parece ser uma constante. Almoço e fico com falta de ar. Janto e sinto o mesmo. O jeito é comer bem pouco, pra não ficar pior. O cansaço reina absoluto!!! Cansa acordar, fazer coisas, dirigir, andar… Cansa tudo, aaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!! O sono também continua e os enjôos também. Durante umas duas semanas, passei mal com fraqueza. Só depois percebi que não estava comendo o quanto precisava. Justamente por causa dos enjôos, achava melhor ficar sem comer a passar mal. Agora, engulo mesmo e comida e rezo. Rezo pra não vomitar tudinho!!!
A verdade é que quero voltar a ser eu. Ok, impossível. Mas não é esse eu de sair sozinha e fazer o que quiser. Ser eu sem enjôos, mal-estar, sem queimação, cansaço, sono, dores nas pernas, barriga, etc. Mas só aceito seu eu com minha filha perto de mim. Porque desde que soube da sua existência, não consigo mais me imaginar sozinha nesse mundo.
setembro 29, 2009 às 11:22 pm
Querida Camyla, sinto informar que – depois que a Isabella nascer – vc nunca mais voltará a ser vc. Boa sorte. Precisando de qualquer coisa no pós-parto, me liga.